O infeliz pecador morreu e foi parar na porta do Inferno. Lá um capetinha auxiliar lhe fez a seguinte pergunta:
– Você quer ir pro brasileiro ou para o inferno americano?
E o infeliz, pergunta:
– Qual é a diferença?
– Bom. Existe um muro que separa os dois infernos. No inferno brasileiro, você terá que comer uma lata de 20Kg de merda no café da manhã, no almoço, e no jantar.
– Depois o diabo te espeta até a fogo infernal, e lá você irá dormir. No americano, é igual, só que ao invés de uma lata, você terá que comer somente um pires.
O infeliz não pensou duas vezes, e foi para o inferno americano. Chegando lá, reparou que estavam todos cabisbaixos e tristes. Enquanto isso, no outro lado do muro, ouvia-se um som de pagode, muitas gargalhadas, enfim, uma festa muito animada. Não se contendo, o infeliz sobe no muro e chama alguém.
– Ei, como vocês conseguem festejar? Aqui o pessoal come um pires de Merda e vive triste, enquanto vocês comem uma lata de 20Kg e vivem dando risada!
– Bom, é que aqui é Brasil, né? Um dia falta lata! No outro falta Merda! No outro, o diabo não vem! No outro é feriado! No outro, falta lenha pro fogo e assim vai. E é só festa.
Quando uma manada de búfalos é caçada, só os búfalos mais fracos e lentos, em geral doentes, que estão atrás do rebanho, que são mortos primeiro. Essa seleção natural é boa para a manada como um todo, porque aumenta a velocidade média e a saúde de todo o rebanho pela matança regular dos seus membros mais fracos.
De forma parecida, opera o cérebro humano: beber álcool em excesso, como nós sabemos, mata neurônios, mas, naturalmente, ele ataca os neurônios mais fracos e lentos primeiro.
Neste caso, o consumo regular de cerveja, cachaça, whisky, vinho, rum, vodka,... elimina os neurônios mais lentos, tornando seu cérebro uma máquina mais rápida e eficiente...
E ainda, 23% dos acidentes de trânsito são provocados pelo consumo de álcool, isto significa que 77% dos acidentes são causados pelos outros que bebem água, suco ou refrigerante.
Eu estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava dependurado na parede. Estava escrito o seu nome, e de repente eu me recordei de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome. Era da minha classe do colegial, uns 40 anos atrás, e eu me perguntava: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?
Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, e o rosto marcado, profundamente enrugado, era demasiadamente velho pra ter sido o meu amor secreto... que que é isso!?
Despois que ele examinou o meu dente, perguntei-lhe se ele foi do Colégio Edouard Montpetit.
"Sim", respondeu-me.
"Quando se formou?", perguntei.
"1959. Por que esta pergunta?" respondeu.
"Eh... bem... você era da minha classe", eu exclamei.
E então este velho horrível, cretino, filho de uma mãe, me perguntou: